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segunda-feira, 7 de maio de 2012

DARPA QUER IMPLANTAR NANOCHIPS.

DARPA desenvolveu nanochips para monitorar as tropas no campo de batalha


DARPA planeja implantar nanochips em soldados

Agência de pesquisa norte-americana quer usar os dispositivos para monitorar a saúde das tropas em campo de batalha.


DARPA (Defense Advanced Research Projects Agency) é o órgão vinculado ao Departamento de Defesa dos Estados Unidos que é responsável por desenvolver projetos de pesquisa relacionados com o Exército dos EUA. A estrutura da agência é muito grande e tem o apoio de empresas, universidades e centros de pesquisa em todo o país com o qual desenvolve projetos como PETMAN , AVATAR , incursões no mundo do Big Data ou insetos-cyborgs em que pretende instalar sistemas embarcados. Dado que o trabalho do DARPA deve reverter em forças armadas dos EUA, a agência anunciou uma nova linha de trabalho e procurando desenvolver nanochips que podem ser implantados nas tropas e do monitor, à distância, seus sinais vitais .
Por que monitorar a saúde dos soldados? A ideia de DARPA é que este implante permite o controlo de qualquer missão a detectar, proativamente, qualquer enfedermedad o soldado para evitar ter de realizar, por exemplo, uma evacuação médica no meio de uma missão. Atividade desta maneira pode, à primeira vista pode parecer que a pesquisa é uma novidade porque, hoje, existem vários tele-atendimento e sistemas de monitoramento remoto de pacientes, mas aos olhos desta pesquisa DARPA tem muito a oferecer e pode fazer uma antes e depois.
De acordo com dados fornecidos pela DARPA, evacuações mais médicos que ocorrem na parte da frente são derivadas de doenças e lesões comuns que não são causadas em combate, para que, através da monitorização, poderia detectar esses percalços ocorrer muito antes, e Portanto, substituindo o seu eficaz, se necessário.
DARPA quer desenvolver este sistema em um chip que pode ser implantado em soldados e também tem a capacidade de transmistir informações sobre os sinais vitais e também podeenviar dados sobre a sua posição ou mesmo seu estado psicológico . A verdade é que o projeto é bastante marcante e, francamente, é muito próximo à fronteira da invasão de privacidade, por exemplo, quando um soldado está de licença, indo para a reserva ou retirada.


sábado, 5 de maio de 2012


Qual a sua posição frente a Missões?


 Esta imagem fala de Missões. Duas figuras puxam a corda; outra, na beirada do poço, dá orientações e apoio. Uma desceu até o fundo pendurado na corda, tentando salvar aquele que está no fundo do poço. Você consegue enxergar Missões aqui? Quem é o missionário? Sim, isso mesmo, é aquele que desceu pela corda. É aquele que vai onde muitos não podem ir. A pessoa que desce até pelo poço para salvar vidas no lamaçal do pecado. E a figura no fundo do poço? São os perdidos no mundo, é claro! As duas figuras puxando a corda, sustentando o missionário representam os mantenedores e os intercessores. Os mantenedores sustentam financeiramente e fisicamente o missionário e sua família. Missionário precisa de lazer também, seus filhos gostam de video game, sua esposa gosta de pintar o cabelo e de sapatos novos. Mantenedor é aquele que dá seu dinheiro para que o missionário tenha a suficiência. Os intercessores também ajudam a segurar a corda, eles oram a Deus clamando pela família do missionário e pelas almas que se converteram e que se converterão ao Rei dos Reis. A figura que está à beirada do poço, ora olhando para o poço, ora olhando para quem segura a corda, representa os pastores que enviam os missionários. São verdadeiros apóstolos, pois, implantam igrejas, enviam missionários para elas, dão o suporte espiritual e estratégico para as novas igrejas. Missões ocorrem a partir de três configurações de pessoas: •os que vão pessoalmente; •os que vão de joelhos •os que vão com seu dinheiro. Todos são missionários, cada um em sua esfera de atuação. Evidentemente, aqueles que oram também contribuem. Os mantenedores também oram. Todos fazem missões, seja com seus vizinhos, seja em outra região de seu país ou no mundo. O que você tem feito em missões? Compartilhe esta postagem com o mundo!

O pregador das orações respondidas...
(1805-1898)




"Pela fé, Abel... Pela fé, Noé... Pela fé, Abraão..." As­sim é que o Espírito Santo conta as incríveis proezas que Deus fez por intermédio dos homens que ousavam confiar unicamente nele. Foi no século XIX que Deus acrescentou o seguinte a essa lista: "Pela fé, Jorge Müller levantou or­fanatos, alimentou milhares de órfãos, pregou a milhões de ouvintes em redor do globo e ganhou multidões de almas para Cristo".
Jorge Müller nasceu em 1805, de pais que não conhe­ciam a Deus. Com a idade de dez anos, foi enviado a uma universidade, a fim de preparar-se para pregar o Evange­lho, não, porém, com o alvo de servir a Deus, mas para ter uma vida cômoda. Gastou esses primeiros anos de estudo nos mais desenfreados vícios, chegando, certa vez, a ser preso por vinte e quatro dias. Jorge, uma vez solto, esfor­çava-se nos estudos, levantando-se às quatro da manhã e estudando o dia inteiro até as dez da noite. Tudo isso, po­rém, ele fazia para alcançar uma vida descansada de pre­gador.
Aos vinte anos de idade, contudo, houve uma completa transformação na vida desse moço. Assistiu a um culto onde os crentes, de joelhos, pediam que Deus fizesse cair sua bênção sobre a reunião. Nunca se esqueceu desse cul­to, em que viu, pela primeira vez, crentes orando ajoelha­dos; ficou profundamente comovido com o ambiente espi­ritual a ponto de buscar também a presença de Deus, cos­tume esse que não abandonou durante o resto da vida.
Foi nesses dias, depois de sentir-se chamado para ser missionário, que passou dois meses hospedado no famoso orfanato de A. H. Frank. Apesar de esse fervoroso servo de Deus, o senhor Frank, ter morrido quase cem anos antes (em 1727), o seu orfanato continuava a funcionar com as mesmas regras de confiar inteiramente em Deus para todo o sustento. Mais ou menos ao mesmo tempo em que Jorge Müller hospedou-se no orfanato, um certo dentista, o se­nhor Graves, abandonou as Suas atividades que lhe davam um salário de 7.500 dólares por ano, a fim de ser missioná­rio na Pérsia, confiando só nas promessas de Deus para su­prir todo o seu sustento. Foi assim que Jorge Müller, o novo pregador, recebeu nessa visita a inspiração que o le­vou mais tarde a fundar seu orfanato sobre os mesmos princípios.
Logo depois de abandonar sua vida de vícios, para an­dar com Deus, chegou a reconhecer o erro, mais ou menos universal, de ler muito acerca da Bíblia e quase nada da Bíblia. Esse livro tornou-se a fonte de toda a sua inspira­ção e o segredo do seu maravilhoso crescimento espiritual. Ele mesmo escreveu: "O Senhor me ajudou a abandonar os comentários e a usar a simples leitura da Palavra de Deus como meditação. O resultado foi que, quando, a primeira noite, fechei a porta do meu quarto para orar e meditar sobre as Escrituras, aprendi mais em poucas horas do que antes durante alguns meses." E acrescentou: "A maior di­ferença, porém, foi que recebi, assim, força verdadeira para a minha alma". Antes de falecer, disse que lera a Bíblia inteira cerca de duzentas vezes; cem vezes o fez es­tando de joelhos.
Quando estava ainda no seminário, nos cultos domésti­cos de noite com os outros alunos, freqüentemente continuou orando até a meia-noite. De manhã, ao acordar, cha­mava-os de novo para a oração, às seis horas.
Certo pregador, pouco tempo antes da morte de Jorge Müller, perguntou-lhe se orava muito. A resposta foi esta: "Algumas horas todos os dias. E ainda, vivo no espírito de oração; oro enquanto ando, enquanto deitado e quando me levanto. Estou constantemente recebendo respostas. Uma vez persuadido de que certa coisa é justa, continuo a orar até a receber. Nunca deixo de orar!... Milhares de almas têm sido salvas em respostas às minhas orações... Espero encontrar dezenas de milhares delas  no Céu... O grande ponto é nunca cansar de orar antes de receber a resposta. Tenho orado 52 anos, diariamente, por dois homens, filhos dum amigo da minha mocidade. Não são ainda converti­dos, porém, espero que o venham a ser. - Como pode ser de outra forma? Há promessas inabaláveis de Deus e sobre elas eu descanso".
Não muito antes de seu casamento, não se sentia bem com o costume de salário fixo, preferindo confiar em Deus em vez de confiar nas promessas dos irmãos. Deu sobre isso as três seguintes razões:
1) "Um salário significa uma importância designada, geralmente adquirida do aluguel dos bancos. Mas a vontade de Deus não é alugar bancos (Tiago 2.1-6)".
2) "O preço fixo dum assento na igreja, às vezes, é pesado demais para alguns filhos de Deus e não quero colocar o menor obstáculo no caminho do progresso espiritual da igreja".
3) "Toda a idéia de alugar os assentos e ter salário torna-se tropeço para o pregador, levando-o a trabalhar mais pelo dinheiro do que por razões espiri­tuais".
Jorge Müller achava quase impossível ajuntar e guar­dar dinheiro para qualquer imprevisto, e não ir direto a Deus. Assim o crente confia no dinheiro em caixa, em vez de confiar em Deus.
Um mês depois de seu casamento, colocou uma caixa no salão de cultos e anunciou que podiam deitar lá as ofer­tas para o seu sustento e que, daí em diante, não pediria mais nada, nem a seus amados irmãos; porque, como ele disse, "Sem me aperceber, tenho sido levado a confiar no braço de carne, mas o melhor é ir diretamente ao Senhor"O primeiro ano findou com grande triunfo e Jorge Müller disse aos irmãos que, apesar da pouca fé ao come­çar, o Senhor tinha ricamente suprido todas as suas neces­sidades materiais e, o que foi ainda mais importante, ti­nha-lhe concedido o privilégio de ser um instrumento na sua obra.
O ano seguinte foi, porém, de grande provação, porque muitas vezes não lhe restava nem um xelim. E Jorge Müller acrescenta que no momento próprio a sua fé sem­pre foi recompensada com a chegada de dinheiro ou ali­mentos.
Certo dia, quando só restavam oito xelins, Müller pe­diu ao Senhor que lhe desse dinheiro. Esperou muitas ho­ras sem qualquer resposta. Então chegou uma senhora e perguntou: - "O irmão precisa de dinheiro?" Foi uma grande prova da sua fé, porém, o pastor respondeu: - "Mi­nha irmã, eu disse aos irmãos, quando abandonei meu sa­lário, que só informaria o Senhor a respeito das minhas ne­cessidades". - "Mas", respondeu a senhora, "Ele me disse que eu lhe desse isto", e colocou 42 xelins na mão do prega­dor.
Outra vez passaram-se três dias sem terem dinheiro em casa e foram fortemente assaltados pelo Diabo, a ponto de quase resolverem que tinham errado em aceitar a doutrina de fé nesse sentido. Quando, porém, voltou ao seu quarto achou 40 xelins que uma irmã deixara. E ele acrescentou então: "Assim triunfou o Senhor e nossa fé foi fortalecida".
Antes de findar o ano, acharam-se de novo inteiramen­te sem dinheiro, num dia em que tinham de pagar o alu­guel. Pediram a Deus e o dinheiro foi enviado. Nessa oca­sião, Jorge Müller fez para si a seguinte regra da qual nun­ca mais se desviou: "Não nos endividaremos, porque acha­mos que tal coisa não é bíblica (Romanos 13.8), e assim não teremos contas a pagar. Somente compraremos o que pudermos, tendo o dinheiro em mãos, assim sempre sabe­remos quanto realmente possuímos e quanto temos o direi­to de gastar".
Deus, assim, gradualmente treinava o novo pregador a confiar nas suas promessas. Estava tão certo da fidelidade das promessas da Bíblia, que não se desviou, durante os longos anos da sua obra no orfanato, da resolução de não pedir ao próximo, e de não se endividar.
Um outro segredo que o levou a alcançar tão grande bênção de confiarem Deus, foi a sua resolução de usar o di­nheiro que recebia somente para o fim a que fora destina­do. Essa regra nunca infringiu, nem para tomar empresta­do de tais fundos, apesar de se ter achado milhares de ve­zes face a face com as maiores necessidades.
Nesses dias, quando começou a provar as promessas de Deus, ficou comovido pelo estado dos órfãos e pobres crian­ças que encontrava nas ruas. Ajuntou algumas dessas crianças para comer consigo às oito horas da manhã e a se­guir, durante uma hora e meia, ensinava-lhes as Escritu­ras. A obra aumentou rapidamente. Quanto mais crescia o número para comer, tanto mais recebia para alimentá-las até se achar cuidando de trinta a quarenta menores.
Ao mesmo tempo, Jorge Müller fundou a Junta para o Conhecimento das Escrituras na Nação e no Estrangeiro. O alvo era: 1) Auxiliar as escolas bíblicas e as escolas do­minicais. 2) Espalhar as Escrituras. 3) Aumentar a obra missionária. Não é necessário acrescentar que tudo foi fei­to com a mesma resolução de não se endividar, mas sem­pre pedir a Deus, em secreto, todo o necessário.
Certa noite, quando lia a Bíblia, ficou profundamente impressionado com as palavras: "Abre bem a tua boca, e ta encherei" (Salmo 81.10). Foi levado a aplicar essas pa­lavras ao orfanato, sendo-lhe dada a fé de pedir mil libras ao Senhor; também pediu que Deus levantasse irmãos com qualificação para cuidar das crianças. Desde aquele mo­mento, esse texto (Salmo 81.10), serviu-lhe como lema e a promessa se tornou em poder que determinou todo o curso da sua vida.
Deus não demorou muito a dar a sua aprovação de alu­gar uma casa para os órfãos. Foi apenas dois dias depois de começar a pedir, que ele escreveu no seu diário: "Hoje re­cebi o primeiro xelim para a casa dos órfãos".
Quatro dias depois foi recebida a primeira contribuição de móveis: um guarda-roupa; e uma irmã ofereceu dar seus serviços para cuidar dos órfãos. Jorge Müller escreveu naquele dia que estava alegre no Senhor e confiante em que Ele ia completar tudo.
No dia seguinte, Jorge Müller recebeu uma carta com estas palavras: "Oferecemo-nos para o serviço do orfanato, se o irmão achar que temos as qualificações. Oferecemos também todos os móveis, etc, que o Senhor nos tem dado. Faremos tudo isto sem qualquer salário, crendo que, se for a vontade do Senhor usar-nos, Ele suprirá todas as nossas necessidades". Desde aquele dia, nunca faltaram, no orfa­nato, auxiliares alegres e devotados, apesar de a obra au­mentar mais depressa do que Jorge Müller esperava.
Três meses depois, foi que conseguiu alugar uma gran­de casa e anunciou a data da inauguração do orfanato para o sexo feminino. No dia da inauguração, porém, ficou de­sapontado: nenhuma órfã foi recebida. Somente depois de chegar a casa é que se lembrou de que não as tinha pedido. Naquela noite humilhou-se rogando a Deus o que anelava. Ganhou a vitória de novo, pois veio uma órfã no dia se­guinte. Quarenta e duas pediram entrada antes de findar o mês, e já havia vinte e seis no orfanato.
Durante o ano, houve grandes e repetidas provas de fé. Aparece, por exemplo, no seu diário: "Sentindo grande ne­cessidade ontem de manhã, fui dirigido a pedir com insis­tência a Deus e, em resposta, à tarde, um irmão deu-me dez libras". Muitos anos antes da sua morte, afirmou que, até aquela data, tinha recebido da mesma forma 5.000 ve­zes a resposta, sempre no mesmo dia em que fazia o pedi­do.
Era seu costume, e recomendava também aos irmãos, guardar um livro. Numa página assentava seu pedido com a data e no lado oposto a data em que recebera a resposta. Dessa maneira, foi levado a desejar respostas concretas aos seus pedidos e não havia dúvida acerca dessas respostas.
Com o aumento do orfanato e do serviço de pastorear os quatrocentos membros de sua igreja, Jorge Müller achou-se demasiadamente ocupado para orar. Foi nesse tempo que chegou a reconhecer que o crente podia fazer mais em quatro horas, depois de uma em oração, do que em cinco sem oração. Essa regra ele a observou fielmente durante 60 anos.Quando alugou a segunda casa, para os órfãos de sexo masculino, disse: "Ao orar, estava lembrado de que pedia a Deus o que parecia impossível receber dos irmãos, mas que não era demasiado para o Senhor conceder". Ele orava com noventa pessoas sentadas às mesas: "Senhor, olha para as necessidades de teu servo..." Essa foi uma oração a que Deus abundantemente respondeu. Antes de morrer, testificou que, pela fé, alimentava 2.000 órfãos, e nenhuma refeição se fez com atraso de mais de trinta minutos.
Muitas pessoas perguntavam a Jorge Müller como con­seguia ele saber a vontade de Deus, pois não fazia nada sem primeiro ter a certeza de ser da vontade do Senhor. Ele respondia:
1) "Procuro manter o coração em tal estado que ele não tenha qualquer vontade própria no caso. De dez proble­mas, já temos a solução de nove, quando conseguimos ter um coração entregue para fazer a vontade do Senhor, seja essa qual for. Quando chegamos verdadeiramente a tal ponto, estamos, quase sempre, perto de saber qual é a sua vontade.
2) "Tenho o coração entregue para fazer a vontade do Senhor, não deixo o resultado ao mero sentimento ou a uma simples impressão. Se o faço, fico sujeito a grandes enganos.
3) "Procuro a vontade do Espírito de Deus por meio da sua Palavra. É essencial que o Espírito e a Palavra acom­panhem um ao outro. Se eu olhar para o Espírito, sem a Palavra, fico sujeito, também, a grandes ilusões.
4) "Depois considero as circunstâncias providenciais. Essas, ao lado da Palavra de Deus e do seu Espírito, indi­cam claramente a sua vontade.
5) "Peço a Deus em oração que me revele sua própria vontade.
6) "Assim, depois de orar a Deus, estudar a Palavra e refletir, chego à melhor resolução deliberada que posso com a minha capacidade e conhecimento; se eu continuar a sentir paz, no caso, depois de duas ou três petições mais, sigo conforme essa direção. Nos casos mínimos e nas tran­sações da maior responsabilidade, sempre acho esse méto­do eficiente".Jorge Müller, três anos antes da sua morte, escreveu: "Não me lembro, em toda a minha vida de crente, num período de 69 anos, de que eu jamais buscasse, sincera­mente e com paciência,saber a vontade de Deus pelo ensi­namento do Espírito Santo por intermédio da Palavra de Deus, e que não fosse guiado certo. Se me faltava, porém, sinceramente de coração e pureza perante Deus, ou se eu não olhava para Deus, com paciência pela direção, ou se eu preferia o conselho do próximo ao da Palavra do Deus vivo, então errava gravemente".
Sua confiança no "Pai dos órfãos" era tal, que nem uma só vez recusou aceitar crianças no orfanato. Quando lhe perguntavam porque assumira o encargo do orfanato, respondeu que não fora apenas para alimentar os órfãos material e espiritualmente, mas "o primeiro objetivo bási­co do orfanato era - afirmava -, e ainda é, que Deus seja magnificado pelo fato de que os órfãos sob os meus cuida­dos foram e estão sendo supridos de todo o necessário, so­mente por oração e fé, sem eu nem meus companheiros de trabalho pedirmos ao próximo; por isso mesmo se pode ver que Deus continua fiel e ainda responde às nossas ora­ções".
Em resposta a muitos que queriam saber como o crente pode adquirir tão grande fé, deu as seguintes regras:
1) Lendo a Bíblia e meditando sobre o texto lido, che­ga-se a conhecer a Deus, por meio de oração.
2) Procurar manter um coração íntegro e uma boa consciência.
3) Se desejamos que a nossa fé cresça, não devemos evitar aquilo que a prove e por meio do que ela seja fortale­cida.
"Ainda mais um ponto: para que a nossa fé se fortale­ça, é necessário que deixemos Deus agir por nós ao chegar a hora da provação, e não procurar a nossa própria liberta­ção.
"Se o crente desejar grande fé, deve dar tempo para Deus trabalhar."
Os cinco prédios construídos de pedras lavradas e si­tuados em Ashley Hill, Bristol, Inglaterra, com 1.700 janelas e lugar para acomodar mais de 2.000 pessoas, são teste­munhas atuais dessa grande fé de que ele escreveu.
Cada uma dessas dádivas (devemo-nos lembrar) Jorge Müller lutou com Deus em oração para obter; orou com alvo certo e com perseverança, e Deus lhe respondeu.
São de Jorge Müller estas palavras: "Muitas repetidas vezes tenho-me encontrado em posição muito difícil, não só com 2.000 pessoas comendo diariamente às mesas, mas também com a obrigação de atender a todas as demais despesas, estando a nossa caixa com os fundos esgotados. Havia ainda 189 missionários para sustentar, cerca de 100 colégios com mais ou menos 9.000 alunos, além de 4.000.000 de tratados para distribuir, tudo sob nossa res­ponsabilidade, sem que houvesse dinheiro em caixa para as despesas".
Certa vez o doutor A. T. Pierson foi hóspede de Jorge Müller no seu orfanato. Uma noite, depois que todos se deitaram, Jorge Müller o chamou para orar dizendo que não havia coisa alguma em casa para comer. O doutor Pierson quis lembrar-lhe que o comércio estava fechado, mas Jorge Müller bem sabia disso. Depois da oração deita­ram-se, dormiram e, ao amanhecer, a alimentação já esta­va suprida e em abundância para 2.000 crianças. Nem o doutor Pierson, nem Jorge Müller chegaram a saber como a alimentação foi suprida. A história foi contada naquela manhã, ao senhor Simão Short, sob a promessa de guardá-la em segredo até o dia da morte do benfeitor. O Senhor despertara essa pessoa do sono, à noite, e mandara que le­vasse alimentos suficientes para suprir o orfanato durante um mês. E isso sem a pessoa saber coisa alguma da oração de Jorge Müller e do doutor Pierson!
Com a idade de 69 anos Jorge Müller iniciou suas via­gens, nas quais pregou centenas de vezes em quarenta e duas nações, a mais de três milhões de pessoas. Recebeu, em resposta às suas orações, tudo de Deus para pagar as grandes despesas. Mais tarde, ele escreveu: "Digo com ra­zão: Creio que eu não fui dirigido a nenhum lugar onde não houvesse prova evidente de que o Senhor me mandara para lá". Ele não fez essas viagens com o plano de solicitar dinheiro para a junta; não recebeu o suficiente nem para as despesas de doze horas da junta. Segundo as suas pala­vras, o alvo era "que eu pudesse, por minha experiência e conhecimento das coisas divinas, comunicar uma bênção aos crentes... e que eu pudesse pregar o Evangelho aos que não conheciam o Senhor".
Assim escreveu ele sobre um seu problema espiritual: "Sinto constantemente a minha necessidade... Nada posso fazer sozinho, sem cair nas garras de Satanás. O orgulho, a incredulidade ou outros pecados me levariam à ruína. So­zinho não permaneço firme um momento. Que nenhum leitor pense que devido à minha dedicação, eu não me pos­sa 'inchar' ou me orgulhar, ou que eu não possa descrer de Deus!"
O estimado evangelista, Carlos Inglis, contou a respeito de Jorge Müller:
"Quando vim pela primeira vez à América, faz trinta e um anos, o comandante do navio era devoto tal que jamais conheci. Quando nos aproximamos da Terra Nova, ele me disse: 'Sr. Inglis, a última vez que passei aqui, há cinco se­manas, aconteceu uma coisa tão extraordinária que foi a causa de uma transformação de toda a minha vida de cren­te. Até aquele tempo eu era um crente comum. Havia a bordo conosco um homem de Deus, o senhor Jorge Müller, de Bristol. Eu tinha passado 22 horas sem me afastar da ponte de comando, nem por um momento, quando fui as­sustado por alguém que me tocou no ombro. Era o senhor Jorge Müller. Houve, então, entre nós o seguinte diálogo:
- Comandante - disse o senhor Müller, - vim dizer-lhe que tenho de estar em Quebec no sábado, à tarde.
Era quarta-feira.
-  Impossível - respondi.
- Pois bem, se seu navio não pode levar-me, Deus acha­rá outro meio de transporte. Durante 57 anos nunca deixei de estar no lugar à hora em que me achava comprometido.
- Teria muito prazer em ajudá-lo, mas o que posso fa­zer? - Não há meios!
-  Vamos aqui dentro para orar - sugeriu.
Olhei para aquele homem e disse a mim mesmo: 'De qual casa de doidos escapou este?' Nunca eu ouvira al­guém falar desse modo.
- Sr. Müller, o senhor vê como é espessa esta neblina.
- Não - respondeu ele - os meus olhos não estão na neblina, mas no Deus vivo que governa todas as circuns­tâncias da minha vida.
O senhor Müller caiu de joelhos e orou da forma mais simples possível. Eu pensei: 'É uma oração como a de uma criança de oito ou nove anos'. Foi mais ou menos assim que ele orou: 'Ó Senhor, se for da tua vontade, retira esta neblina dentro de cinco minutos. Sabes como me compro­meti a estar em Quebec no sábado.  Creio ser isso a tua von­tade."
Quando findou, eu queria orar também, mas o senhor Müller pôs a sua mão no meu ombro e pediu que não o fi­zesse, dizendo:
-  Comandante, primeiro o senhor não crê que Deus faça isso, e, em segundo lugar, eu creio que Ele já o fez. Não há, pois, qualquer necessidade de o senhor orar nesse sentido. Conheço, comandante, o meu Senhor há cinqüen­ta e sete anos e não há dia em que eu não tenha audiência com Ele. Levante-se, por favor, abra a porta e verá que a neblina já desapareceu.
Levantei-me, olhei, e a neblina havia desaparecido. No sábado, à tarde, Jorge Müller estava em Quebec.'"
Para o ajudar a levar a carga dos orfanatos e a apro­priar-se das promessas de Deus em oração, lado a lado com ele, Jorge Müller tinha consigo, havia quase quarenta anos, uma esposa sempre fiel. Quando ela faleceu, milha­res de pessoas assistiram ao seu enterro, das quais cerca de 1.200 eram órfãos. Ele mesmo, fortalecido pelo Senhor, conforme confessou, dirigiu os cultos fúnebres no templo e no cemitério.
Com a idade de 90 anos pregou o sermão fúnebre da se­gunda esposa, como o fizera na morte da primeira. Uma pessoa que assistiu a esse enterro, assim se expressou: -"Tive o privilégio, sexta-feira, de assistir ao enterro da se­nhora Müller... e presenciar um culto simples, que foi, tal­vez, pelas suas peculiaridades, o único na história do mun­do: Um venerável patriarca preside ao culto do início ao fim. Com a idade de noventa anos, permanece ainda cheio daquela grande fé que o tem habilitado a alcançar tanto, e que o tem sustentado em emergência, problemas e traba­lhos duma longa vida..."
No ano de 1898, com a idade de noventa e três anos, na última noite antes de partir para estar com Cristo, sem mostrar sinal de diminuição de suas forças físicas, deitou-se como de costume. Na manhã do dia seguinte foi "cha­mado", na expressão de um amigo ao receber as notícias que assim explicam a partida: "O querido ancião Müller desapareceu de nosso meio para o Lar, quando o Mestre abriu a porta e o chamou ternamente, dizendo: 'Vem!'"
Os jornais publicaram, meio século depois da sua mor­te, a seguinte notícia: "O orfanato de Jorge Müller, em Bristol, permanece como uma das maravilhas do mundo. Desde a sua fundação, em 1836, a cifra que Deus tem con­cedido, unicamente em resposta às orações, sobe a mais de vinte milhões de dólares e o número de órfãos ascende a 19.935. Apesar de os vidros de cerca de 400 janelas terem sido partidos recentemente por bombas (na segunda guer­ra mundial), nenhuma criança e nenhum auxiliar foi feri­do".



Fonte: Do Livro Heróis da Fé

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Você ora pela Igreja?

VOCÊ ORA PELA IGREJA PERSEGUIDA?




Você Ora pela Igreja Perseguida? Postado por luciano às 09:29 Na foto acima, missionário sendo espancado por pregar o Evangelho CHINA - Os dedos sangram. Se eles não derem a quota diária de dinheiro aos guardas, são espancados. Todos os movimentos são seguidos por olhares autoritários. Manuseando fios fininhos, eles amarram metros e metros de cordões junto a lâmpadas de plástico que serão acesas em diversas partes do mundo para celebrar o Natal dos cristãos. Publicidade A celebração destes homens, no entanto, será confinada na prisão. O crime cometido por eles? Pregar o evangelho de Jesus Cristo, exatamente o que não podem fazer livremente na China, mas o que cristãos em diversas partes do mundo farão. Muitos cristãos já enfeitaram ou enfeitarão suas casas e suas árvores de Natal com os pisca-piscas produzidos por esses irmãos confinados. A jornada de trabalho deles é de 16 a 20 horas por dia. Ao longo deste ano, mais de 600 pastores e líderes cristãos foram colocados atrás das grades por causa de sua fé. Ore por perseverança Pastores e líderes cristãos chineses pedem orações para que recebam perseverança. Mas eles não pedem para que a perseguição pare. Eles crêem que os açoites e a privação sejam positivos para o seu ministério. Lembre-se de interceder por esses homens e mulheres que vivem na China e que com o seu trabalho estão acendendo luzes em todo o mundo para honrar o nascimento de Jesus. Estima-se que a igreja não-registrada, clandestina, na China, já tenha 80 milhões de seguidores. “A perseguição para esses pastores é proporcional ao bom trabalho que eles estão realizando para Jesus. Eles vêem esse tempo de aprisionamento como uma oportunidade ministerial única”, diz o pastor Tom Henry, que já passou um período preso na China. "Só não esqueçam de orar por eles".
FONTE:VALTER COUTINHO

MARTINHO LUTERO


MARTINHO LUTERO - A REFORMA PROTESTANTE



"É preciso exortar os fiéis a entrarem no céu por meio de muitas tribulações, em vez de descansarem na segurança de uma falsa paz" 95ª tese.
No decorrer dos séculos, desde os tempos de Cristo, tem havido um desvio daquilo que Jesus ensinou. Sempre se levantaram vozes em defesa da pureza do Evangelho.
Apesar do zelo, sempre existiram aqueles que se desviavam, trazendo para dentro da Igreja práticas de outras religiões. Esses desvios, a princípio em número reduzido, foram aumentando a ponto de paganizar a Igreja, transformando-a no que conhecemos hoje por Igreja Católica.
No começo, foi apenas a inclusão da hierarquia onde o papa era o líder supremo; depois vieram o batismo para a salvação, a adoração de santos, e outros, atingindo um patamar tal, que por volta do século XIV, a Igreja Católica estava completamente envolvida no paganismo. Daí a salvação passou a ser comercializada como qualquer outro objeto.
Enquanto o cristianismo romano se paganizava, muitas pessoas às quais o nome "cristão" fora negado, lutavam para que a Igreja retornasse aos princípios do Novo Testamento. Entretanto, ela já havia se institucionalizado, e esses reformadores passaram a ser acusados de hereges. Geralmente eram expulsos de suas congregações e perseguidos, pagando, muitas vezes com a vida, pelo zelo cristão.
Até o século XIV, os protestos dessas pessoas foram abafados; porém com o advento de uma nova mentalidade, que deu origem às transformações políticas, sociais, científicas, literárias e mais, foram sendo notados. Naquele período, as grandes descobertas marítimas, a invenção da imprensa, a descoberta do maravilhoso mundo clássico da literatura e arte, até então perdidos, produziram um despertar da natureza humana, que se processou de forma intensa e geral. Esse período ficou conhecido como Renascença, movimento que produziu a energia necessária para a revolução religiosa que se daria no século XVI.
O grande nome dessa revolução religiosa foi Martinho Lutero, monge agostiniano. que, revoltado contra a venda de indulgências, levantou a bandeira da liberdade religiosa frente à corrompida Igreja Católica.
Peregrinação espiritual
Lutero nasceu em 1483, em Eisleben, Alemanha, onde seu pai, de origem camponesa, trabalhava em minas. A sua infância não foi feliz. Seus pais eram extremamente severos. Durante toda a sua vida foi prisioneiro de períodos de depressão e angústia profunda, quando aspirava pela salvação de sua alma.
Em 1505, antes de completar 22 anos, ingressou - contra a vontade de seu pai, que sonhava com a carreira de advogado para ele - no mosteiro Agostinho de Erfurt. Dos motivos que o levaram a tal passo, esse acontecimento foi decisivo: duas semanas antes, quando sobremaneira o temor da morte e do inferno o afligia, prometeu a santa Ana caso se salvasse se tornaria um monge. Portanto, a razão principal, foi o seu interesse pela própria salvação.
Ingressou no mosteiro como filho fiel da Igreja no propósito de utilizar os meios de salvação que ela lhe oferecia e dos quais o mais seguro lhe parecia o monástico. Acreditava que, sendo um sacerdote, as boas obras e a confissão seriam as respostas para suas necessidades, almejadas desde a infância. Mas não bastava.
Embora tentasse ser um monge perfeito - repentinamente castigava seu corpo, a conselho de seu superior - tinha consciência de sua pecaminosidade e cada vez, por isso, tratava de sobrepor-se a ela. Porém, quanto mais lutava contra esse sentimento, mais se apercebia de que o pecado era muito mais poderoso do que ele.
Frente a essa situação desesperadora, o seu conselheiro espiritual recomendou que lesse as obras dos místicos, mas não adiantou; então, foi proposto que se preparasse para dirigir cursos sobre as Escrituras na Universidade de Wittenberg.
A grande descoberta
É certo que, quando se viu obrigado a preparar conferências sobre a Bíblia, Lutero começou a ver nelas uma possível resposta para suas angústias.
Em 1513, começou a dar aulas sobre Salmos, os quais interpretava cristologicamente. Neles, era Cristo quem falava. E assim, viu Cristo passando pelas angústias semelhantes às que passava. Esse foi o princípio de sua grande descoberta, que aconteceu provavelmente em 1515, quando começou a dar conferências sobre a Epístola aos Romanos. Lutero confessou que encontrou resposta para as suas dificuldades, no primeiro capítulo dessa Epístola.
Essa resposta, no entanto, não veio facilmente. Não ocorreu de um dia para outro. A grande descoberta foi precedida por uma grande luta e uma amarga angústia.
O texto básico é Romanos 1.17, no qual é dito que o Evangelho é a revelação da justiça de Deus, e era precisamente essa justiça que Lutero não podia tolerar e dizia que odiava a frase "justiça de Deus". Nela, esteve meditando dia e noite para compreender a relação entre as duas partes do versículo que diz "a justiça de Deus se revela no evangelho", e conclui dizendo que "o justo viverá pela fé".
O protesto
A resposta foi surpreendente. Lutero concluiu que a justiça de Deus, em Romanos 1.17. não se refere ao fato de que Deus castigue os pecadores, mas ao fato de que a justiça do justo não é obra sua, mas dom de Deus. Portanto, a justiça de Deus só tem quem vive pela fé: não porque seja em si mesmo justo ou porque Deus lhe dê esse dom, mas por causa da misericórdia de Deus que, gratuitamente, justifica o pecador desde que este creia.
A partir dessa descoberta, a justiça de Deus não passou mais a ser odiada; agora, ela tornou-se em uma frase doce para sua vida. Em conseqüência as Escrituras passaram a ter um novo sentido para ele. Inconformado com a Igreja Católica, Lutero compôs algumas teses, que deveriam servir como base para um debate acadêmico.
Naquele período, teve início, por ordem do papa Leão X, a venda de indulgências por Tetzel, através da qual o portador tinha a garantia de sua salvação. Não concordando com a exploração de seus compatriotas, Lutero fixou suas famosas 95 teses na porta da Igreja (local utilizado para colocar informações da universidade) do Castelo de Wittenberg.
As teses foram escritas acaloradamente com sentimento de indignação profunda, mas com todo o respaldo Bíblico. E além do mais. ao atacar a venda de indulgências, colocava em perigo os projetos dos exploradores, dentre eles, a ganância do papa Leão X em arrecadar dinheiro suficiente para terminar a construção da Basílica de São Pedro. Os impressos despertaram o povo e produziram um sentimento de patriotismo, o que facilitou a Reforma na Alemanha.
A importância de Lutero para o protestantismo moderno não deve ser esquecida. Foi ele quem teve mais sucesso na investida contra Roma. Foi ele o grande bandeirante da volta às Escrituras como regra de fé e prática. Foi um dos poucos homens que alterou profundamente a História do mundo. Através do seu exemplo, outras pessoas seguiram o caminho da Reforma em seus próprios países, e em poucos anos quase toda a Europa havia sido varrida pelos ventos reformadores.
Lutero foi responsável por três pontos básicos do protestantismo atual: a supremacia das Escrituras sobre a tradição; a supremacia da fé sobre as obras; e a supremacia do sacerdócio de cada cristão sobre o sacerdócio exclusivo de um líder. Humanamente falando, deve-se a Lutero um retomo à leitura da Bíblia.
A Contra-Reforma e os jesuítas
Lutero teve de enfrentar o tremendo poderio da Igreja Católica que, imediatamente organizou a Companhia de Jesus (jesuítas) para atacar a Reforma. Vide o juramento dos jesuítas (livro Congregacional de Relatórios, página 3.362) que em resumo, diz: "Prometo na presença de Deus e da Virgem Maria e de ti meu pai espiritual, superior da Ordem Geral dos Jesuítas... e pelas entranhas da Santíssima Virgem defender a doutrina contra os usurpadores protestantes, liberais e maçons sem hesitar. Prometo e declaro que farei e ensinarei a guerra lenta e secreta contra os hereges... tudo farei para extirpá-los da face da terra, não pouparei idade, nem sexo, nem cor... farei arruinar, extirpar, estrangular e queimar vivo esses hereges. Farei arrancar seus estômagos e o ventre de suas mulheres e esmagarei a cabeça de suas crianças contra a parede a fim de extirpar a raça.
Preocupada em conter o avanço dessas ideias, a igreja Romana iniciou através do Tribunal da Santa Inquisição a perseguição mais infame e sangrenta da história, onde, no caso da França, numa única noite, chamada de "Noite de São Bartolomeu", três mil protestantes foram assassinados e seus corpos jogados nas ruas francesas, com as bênçãos católicas. Muitos jesuítas, tais quais espiões, levaram os ditos "hereges" às mais variadas torturas, até a morte.
Quando não puder fazer isso publicamente usarei o veneno, a corda de estrangular, o laço, o punhal e a bala e chumbo.
Com este punhal molhado no meu sangue farei minha rubrica como testemunho! Se eu for falso ou perjuro, podem meus irmãos, os Soldados do Papa cortar mãos e pés, e minha garganta; minha barriga seja aberta e queimada com enxofre e que minha alma seja torturada pelos demônios para sempre no inferno!"

A preparação para a Reforma
Há 478 anos, no dia 31 de outubro de 1519, Martinho Lutero fixou suas famosas teses (total de 95) contra a venda de indulgências, na porta da Igreja Católica do Castelo de Wittenberg, na Alemanha, contrariando os interesses teológicos e, principalmente, econômicos da Igreja Católica. O impacto foi tamanho, que se comemora nessa data o início da Reforma Protestante.
Lutero não foi, como alguns pensam, o fundador de uma nova religião, o protestantismo. A Reforma Protestante, da qual foi impulsionador, foi além do movimento da libertação nacional, que resultou na formação de igrejas nacionais entre os anos de1517 a 1563. Foi, sem dúvida, o grande precursor da liberdade religiosa atual e quem mais contribuiu para um retorno do cristianismo às Escrituras.
Para não admitir suas falhas, são diversas as acusações da Igreja Católica a Lutero, de louco a rebelde orgulhoso.

fonte: livro hérois da fé.

John Hurs


JOHN HUS





John Hus nasceu por volta do ano 1370, na Boêmia - região que, no mapa geopolítico mundial, é ocupada, hoje, pela República Tcheca, país do Leste Europeu. Em 1400, foi ordenado sacerdote e, desde o início de seu ministério, quando assumiu o púlpito da Capela de Belém, em Praga, tomou-se um estorvo, um incômodo para alguns de seus colegas. Pregava insistentemente contra os privilégios do clero, e defendia a necessidade urgente de uma reforma religiosa. A eloqüência de suas pregações fez com que, rapidamente, boa parte da população o seguisse.
A nobreza também se rendeu ao seu discurso reformista e, há muito tempo, tentava encontrar uma forma de limitar o poder eclesiástico. Calcula-se que, na época, metade do território nacional boêmio pertencia à Igreja Católica, enquanto à Coroa cabia apenas a sexta parte. No mesmo período, com o apoio das autoridades, Hus traduziu o Novo Testamento para a língua boêmia e tornou-se um simpatizante das obras de John Wycliff (1329-1384), um reformador inglês.
Impedido de pregar - Influenciado por algumas das doutrinas wiclifistas, Hus pregava, dentre outros pontos, a autoridade suprema da Bíblia e a predestinação - doutrinas negadas, até hoje, pela Igreja Católica. Era a época em que existiam três papas comandando a Igreja, e ninguém sabia ao certo quem era o legítimo. Feito reitor da Universidade de Praga, Hus apoiava Alexandre V, eleito no Concílio de Pisa. No entanto, o arcebispo local era fiel a um outro papa - Gregório XII - e, por causa da disputa política, o arcebispo fez com que Hus fosse impedido de pregar.
Hus - que significa ganso na língua boêmia - não obedeceu à proibição e, por isso, foi excomungado em 1411. Entretanto, seu pior ato de insubordinação, e o que gerou sua condenação à morte, foi a crítica feroz a uma atitude do terceiro papa, João XXIII. Em guerra contra o rei de Nápoles, aquele papa decidiu financiar o conflito com a venda de indulgências (remissão de pecados mediante pagamento à Igreja com determinada quantia em dinheiro). Os vendedores chegaram à Boêmia, tentando usar todo tipo de método para persuadir seus "fregueses". Hus, imediatamente, protestou e afirmou que só Deus poderia conceder indulgências e ninguém jamais poderia vender algo que procede somente de Deus.
Seu discurso movimentou o país e até passeatas de protesto foram organizadas. Hus foi excomungado pela segunda vez, e mudou-se de Praga para o Sul da Boêmia, a pedido do imperador. Ele permaneceu lá, até que, em 1414, ficou sabendo da realização do concílio da igreja católico-romana de Constança, na Alemanha. O evento, que contaria com a presença de vários reformadores de renome, prometia inaugurar uma nova era na vida da Igreja, pois seria decidido quem era o papa legítimo. Hus foi convidado a expor seu caso e aceitou comparecer. Poucos dias após sua chegada a Constança, foi convidado pelo Papa João XXIII para uma assembléia composta apenas de cardeais. Hus insistiu que estava ali para defender suas idéias diante do concílio e não em uma reunião tão restrita. Antes não tivesse ido.
O boêmio saiu daquela assembléia acusado de heresia e, a partir de então, passou a ser tratado como prisioneiro. Em junho de 1415, finalmente foi julgado pelo concilio. Por aquela época, João XXIII já fora deposto, mas isso não melhorou a situação de Hus. O concilio lhe atribuía uma série de heresias, as quais ele teria de admitir ser o autor. No entanto, em momento algum, a direção do concilio se dispôs a ouvi-lo sobre quais seriam, de fato, suas doutrinas. Hus, obviamente, recusou-se a retratar-se de doutrinas que não havia propagado e, assim, foi condenado à fogueira.
No dia 6 de julho, ele foi levado até a Catedral de Constança para ouvir um sermão sobre a teimosia dos hereges. Em seguida, teve seus cabelos cortados, uma cruz foi desenhada em sua cabeça, e recebeu uma coroa de papel decorada com desenhos de diabinhos. Mais uma vez, exigiram que Hus se retratasse, mas ele não voltou atrás. Atribui-se a Hus as seguintes palavras:
"Estou preparado para morrer na Verdade do Evangelho que ensinei e escrevi". Hus morreu cantando os Salmos, e sua morte deflagrou uma verdadeira revolução contra a Igreja na Boêmia.
Recentemente, o Papa João Paulo II reconheceu o erro de seus "infalíveis" antecessores. Em dezembro de 1999, o líder católico pediu desculpas - embora demasiadamente tardias - pela morte de Hus. Na ocasião, falando sobre o reformador tcheco em um simpósio internacional promovido pelo Vaticano, João Paulo II afirmou: "Hoje, às vésperas do Grande Jubileu, sinto a necessidade de expressar profundo arrependimento pela morte cruel infligida a John Hus e pelas conseqüentes marcas de conflito e divisão deixadas nas mentes e nos corações do povo boêmio".
Fonte: Revista Graça – Julho / 2000 (Élidi Miranda)

JOHN HUS

domingo, 1 de abril de 2012


Missões

Conheça os países da janela 10 x 40 (Extraído com alterações do Jornal Paixão pelas Almas - SEMIPA):



01 - KUWAIT

Localização: Golfo Pérsico

5% de Cristãos evangélicos

Predominante: Muçulmanos Sunitas e alguns Xiitas

Evangelismo Restrito

02 - IRÃ

Localização: Golfo Pérsico

0,5% de Cristãos evangélicos

Predominante: Muçulmanos Xiitas e alguns Sunitas

Evangelismo Proibido

03 - EGITO

Localização: Oriente Médio

0,8% de Cristãos evangélicos

Predominante: Muçulmanos Sunitas

Evangelismo Restrito

04 - ISRAEL

Localização: Oriente Médio

0,35% de Cristãos evangélicos

Predominante: Judeus e alguns Muçulmanos

Evangelismo Restrito

05 - BRUNEI

Localização: Sudoeste da Ásia

0,6% de Cristãos evangélicos

Predominante: Muçulmanos e alguns Budistas

Evangelismo Restrito

06 - LÍBIA

Localização: Norte da África

0,1% de Cristãos evangélicos

Predominante: Muçulmanos Sunitas

Evangelismo Proibido

07 - SOMÁLIA

Localização: Leste da África

0,1% de Cristãos evangélicos

Predominante: Muçulmanos Sunitas

Evangelismo Proibido

08 - BANGLADESH

Localização: Ásia Central

2% de Cristãos evangélicos

Predominante: Muçulmanos e alguns Hindus

Evangelismo Restrito

09 - BURKINA-FASO

Localização: Oeste da África

3% de Cristãos evangélicos

Predominante: Animistas e alguns Muçulmanos

Evangelismo Restrito

10 - UZBEQUISTÃO

Localização: Leste da Ásia

0,001% de Cristãos evangélicos

Predominante: Muçulmanos e alguns Ortodoxos Russos

Evangelismo Restrito

11 - TADJIQUISTÃO

Localização: Leste Asiático

0,001% de Cristãos evangélicos

Predominante: Muçulmanos e alguns Ortodoxos Russos

Evangelismo Restrito

12 - LÍBANO

Localização: Oriente Médio

4,3% de Cristãos evangélicos

Predominante: Muçulmanos Xiitas e alguns Sunitas

Evangelismo Permitido

13 - MALÁSIA

Localização: Sul da Ásia

2% de Cristãos evangélicos

Predominante: Muçulmanos, alguns Budistas e Hindus

Evangelismo Restrito.

14 - PAQUISTÃO

Localização: Oeste da Ásia

0,5% de Cristãos evangélicos

Predominante: Muçulmanos Sunitas e alguns Xiitas

Evangelismo Restrito

15 - ÍNDIA

Localização: Ásia Central

1% de Cristãos evangélicos

Predominante: Hindus e alguns Muçulmanos

Evangelismo Restrito

16 - BUTÃO

Localização: Ásia Central

0,3% de Cristãos evangélicos

Predominante: Budistas e alguns Muçulmanos

Evangelismo Restrito

17 - MALI

Localização: Oeste da África

0,9% de Cristãos evangélicos

Predominante: Muçulmanos e algumas Crenças Tradicionais

Evangelismo Permitido

18 - NEPAL

Localização: Ásia Central

0,5% de Cristãos evangélicos

Predominante: Hindus e alguns Budistas

Evangelismo Restrito

19 - CHINA

Localização: Leste da Ásia

4% de Cristãos evangélicos

Predominante: Não religiosos (Ateus) e Folclóricos Chineses

Evangelismo Restrito

20 - QATAR

Localização: Golfo Pérsico

0,007% de Cristãos evangélicos

Predominante: Muçulmanos Sunitas

Evangelismo Proibido

21 - OMÃ

Localização: Golfo Pérsico

0,1% de Cristãos evangélicos

Predominante: Muçulmanos

Evangelismo Proibido

22 - NIGÉRIA

Localização: Oeste da África

17% de Cristãos evangélicos

Predominante: Muçulmanos e alguns Animistas

Evangelismo Restrito

23 - MAURITÂNIA

Localização: África do Norte

0,0% de Cristãos evangélicos

Predominante: Muçulmanos Sunitas

Evangelismo Proibido

24 - ARÁBIA SAUDITA

Localização: Golfo Pérsico

0,007% de Cristãos evangélicos

Predominante: Muçulmanos Sunitas

Evangelismo Proibido

25 - AZERBAIJÃO

Localização: Leste da Ásia

0,003% de Cristãos evangélicos

Predominante: Muçulmanos Sunitas

Evangelismo Restrito

26 - EMIRADOS ÁRABES UNIDOS

Localização: Golfo Pérsico

0,7% de Cristãos evangélicos

Predominante: Muçulmanos Sunitas e alguns Xiitas

Evangelismo Proibido

27 - DJIBUTI

Localização: Leste da África

0,03% de Cristãos evangélicos

Predominante: Muçulmanos Sunitas

Evangelismo Proibido

28 - TURQUEMENISTÃO

Localização: Leste da Ásia

0,001% de Cristãos evangélicos

Predominante: Muçulmanos e alguns Ortodoxos Russos

Evangelismo Restrito

29 - KAZAQUISTÃO

Localização: Leste da Ásia

0,004% de Cristãos evangélicos

Predominante: Muçulmanos e alguns Ortodoxos Russos

Evangelismo Restrito

30 - MALDIVAS

Localização: Centro Sul Asiático

0,0% de Cristãos evangélicos

Predominante: Muçulmanos Sunitas

Evangelismo Proibido

31 - SUDÃO

Localização: Leste da Ásia

3% de Cristãos evangélicos

Predominante: Muçulmanos Sunitas e alguns Animistas

Evangelismo Restrito

32 - GUINÉ

Localização: Oeste da África

0,75% de Cristãos evangélicos

Predominante: Muçulmanos e alguns Animistas

Evangelismo Restrito

33 - BENIN

Localização: Oeste da África

2% de Cristãos evangélicos

Predominante: Crenças Tradicionais e alguns Muçulmanos

Evangelismo Permitido

34 - ALBÂNIA

Localização: Sul da Europa

5% de Cristãos evangélicos

Predominante: Ortodoxos e alguns Muçulmanos

Evangelismo Restrito

35 - IEMEM

Localização: Oriente Médio

0,01% de Cristãos evangélicos

Predominante: Muçulmanos Sunitas

Evangelismo Proibido

36 - ETIÓPIA

Localização: Leste da África

10% de Cristãos evangélicos

Predominante: Ortodoxos, Sunitas e Crenças Tradicionais

Evangelismo Permitido.

37 - TUNÍSIA

Localização: Norte da África

0,001% de Cristãos evangélicos

Predominante: Muçulmanos Sunitas

Evangelismo Proibido

38 - JORDÂNIA

Localização: Oriente Médio

0,4% de Cristãos evangélicos

Predominante: Muçulmanos Sunitas

Evangelismo Restrito

39 - AFEGANISTÃO

Localização: Leste da Ásia

0,2% de Cristãos evangélicos

Predominante: Muçulmanos Sunitas e alguns Xiitas

Evangelismo Restrito

40 - TAILÂNDIA

Localização: Sudoeste da Ásia

0,3% de Cristãos evangélicos

Predominante: Budistas

Evangelismo Restrito

41 - INDONÉSIA

Localização: Norte da Ásia

0,01% de Cristãos evangélicos

Predominante: Muçulmanos e alguns Hindus

Evangelismo Restrito

42 - MARROCOS

Localização: Norte da África

0,1% de Cristãos evangélicos

Predominante: Muçulmanos Sunitas

Evangelismo Proibido

43 - VIETNÃ

Localização: Sudoeste da Ásia

0,6% de Cristãos evangélicos

Predominante: Budistas e Crenças Tradicionais

Evangelismo Restrito

44 - BURMA (EX-MYANMAR)

Localização: Sudoeste da Ásia

4% de Cristãos evangélicos

Predominante: Budistas e alguns Muçulmanos

Evangelismo Permitido

45 - CAMBOJA

Localização: Sul da Ásia

0,05% de Cristãos evangélicos

Predominante: Budistas

Evangelismo Restrito

46 - SENEGAL

Localização: Oeste da África

0,1% de Cristãos evangélicos

Predominante: Muçulmanos Sunitas

Evangelismo Restrito

47 - JAPÃO

Localização: Leste da Ásia

0,3% de Cristãos evangélicos

Predominante: Shinto / Budistas

Evangelismo Permitido

48 - NIGÉR

Localização: Oeste da África

0,1% de Cristãos evangélicos

Predominante: Muçulmanos Sunitas e alguns Animistas

Evangelismo Restrito

49 - LAOS

Localização: Sudoeste da Ásia

1,9% de Cristãos evangélicos

Predominante: Budistas

Evangelismo Restrito

50 - IRAQUE

Localização: Golfo Pérsico

0,5% de Cristãos evangélicos

Predominante: Muçulmanos Xiitas e alguns Sunitas

Evangelismo Restrito

51 - TAIWAN

Localização: Leste da Ásia

3% de Cristãos evangélicos

Predominante: Folclórica Chinesa e alguns Sunitas

Evangelismo Permitido

52 - TIBET (Região autônoma da China)

Localização: Oeste da China

0,02% de Cristãos evangélicos

Predominante: Budistas

Evangelismo Restrito

53 - TURQUIA

Localização: Oeste da Ásia

0,03% de Cristãos evangélicos

Predominante: Muçulmanos Sunitas

Evangelismo Restrito

54 - SÍRIA

Localização: Oriente Médio

0,1% de Cristãos evangélicos

Predominante: Muçulmanos Sunitas e alguns Xiitas

Evangelismo Proibido

55 - GUINÉ-BISSAU

Localização: Oeste da África

1,2% de Cristãos evangélicos

Predominante: Animistas e alguns Muçulmanos

Evangelismo Restrito

56 - QUIRQUISTÃO

Localização: Leste da Ásia

0,003% de Cristãos evangélicos

Predominante: Muçulmanos e alguns Ortodoxos Russos

Evangelismo Restrito

57 - SAARA OCIDENTAL

Localização: Norte da África

0,0% de Cristãos evangélicos

Predominante: Muçulmanos

Evangelismo Proibido

58 - SRI LANKA

Localização: Ásia Central

0,9% de Cristãos evangélicos

Predominante: Budistas, alguns Hindus e Muçulmanos

Evangelismo Restrito.

59 - BANRAI

Localização: Golfo Pérsico

1,5% de Cristãos evangélicos

Predominante: Muçulmanos e alguns Hindus

Evangelismo Proibido

60 - ARGÉLIA

Localização: Norte da África

0,01% de Cristãos evangélicos

Predominante: Muçulmanos Sunitas

Evangelismo Proibido

61 - CORÉIA DO NORTE

Localização: Leste da Ásia

0,5% de Cristãos evangélicos

Predominante: Não religiosos (Ateus) e Crenças Tradicionais

Evangelismo Proibido

62 - MONGÓLIA

Localização: Centro-Norte da Ásia

0,1% de Cristãos evangélicos

Predominante: Não religiosos (Ateus) e Crenças Tradicionais

Evangelismo Restrito

quinta-feira, 1 de março de 2012


Cremos

1. Em um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo (Dt 6.4; Mt 28.19; Mc 12.29).

2. Na inspiração verbal da Bílbia Sagrada, única regra infalível de fé normativa para a vida e o caráter cristão (2 Tm 3.14-17).

3. Na concepção virginal de Jesus, em sua morte vicária e expiatória, em sua ressurreição corporal dentre os mortos e sua ascensão vitoriosa aos céus (Is 7.14; Rm 8.34 e At 1.9).

4. Na pecaminosidade do homem que o destituiu da glória de Deus, e que somente o arrependimento e a fé na obra expiatória e redentora de Jesus Cristo é que pode restaurá-lo a Deus (Rm 3.23 e At 3.19).

5. Na necessidade absoluta do novo nascimento pela fé em Cristo e pelo poder atuante do Espírito Santo e da Palavra de Deus, para tornar o homem digno do Reino dos Céus (Jo 3.3-8).

6. No perdão dos pecados, na salvação presente e perfeita e na eterna justificação da alma recebidos gratuitamente de Deus pela fé no sacrifício efetuado por Jesus Cristo em nosso favor (At 10.43; Rm 10.13; 3.24-26 e Hb 7.25; 5.9).

7. No batismo bíblico efetuado por imersão do corpo inteiro uma só vez em águas, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, conforme determinou o Senhor Jesus Cristo (Mt 28.19; Rm 6.1-6 e Cl 2.12).

8. Na necessidade e na possibilidade que temos de viver vida santa mediante a obra expiatória e redentora de Jesus no Calvário, através do poder regenerador, inspirador e santificador do Espírito Santo, que nos capacita a viver como fiéis testemunhas do poder de Cristo (Hb 9.14 e 1Pd 1.15).

9. No batismo bíblico no Espírito Santo que nos é dado por Deus mediante a intercessão de Cristo, com a evidência inicial de falar em outras línguas, conforme a sua vontade (At 1.5; 2.4; 10.44-46; 19.1-7).

10. Na atualidade dos dons espirituais distribuídos pelo Espírito Santo à Igreja para sua edificação, conforme a sua soberana vontade (1 Co 12.1-12).

11. Na Segunda Vinda premilenial de Cristo, em duas fases distintas. Primeira - invisível ao mundo, para arrebatar a sua Igreja fiel da terra, antes da Grande Tribulação; segunda - visível e corporal, com sua Igreja glorificada, para reinar sobre o mundo durante mil anos (1Ts 4.16. 17; 1Co 15.51-54; Ap 20.4; Zc 14.5 e Jd 14).

12. Que todos os cristãos comparecerão ante o Tribunal de Cristo, para receber recompensa dos seus feitos em favor da causa de Cristo na terra (2Co 5.10).

13. No juízo vindouro que recompensará os fiéis e condenará os infiéis (Ap 20.11-15).

14. E na vida eterna de gozo e felicidade para os fiéis e de tristeza e tormento para os infiéis (Mt 25.46).